A campanha da fraternidade de 2011 realizada pela igreja católica, normalmente na época de quaresma, neste ano possui como lema “A criação geme em dores de parto”. A campanha tem como objetivo nos alertar sobre as mudanças climáticas e nos fazer refletir sobre questões ecológicas do nosso planeta e estudar ações sustentáveis que amenizem a degradação do meio ambiente.
Ultimamente se tem falado muito sobre poluição, aquecimento global e como conseqüências os desastres naturais cada vez mais freqüentes, e o homem está sendo acusado de ser o grande influenciador na ocorrência das catástrofes ambientais. Segundo estudos, o efeito estufa tem crescido mais que o normal a cada ano, cerca de 5 bilhões de CO2 devido a queima de combustíveis fósseis. O dióxido de enxofre (SO2), também vindo da queima de combustíveis fósseis, chega a 200 milhões de toneladas por ano, que em combinação com o dióxido de azoto (NO2), provoca a chuva ácida. Muitas precauções são “descobertas” para que esses efeitos sejam menos nocivos para o meio ambiente como a reciclagem do alumínio, plásticos e outros materiais.
Algumas pessoas já têm conscientização sobre a situação, mas falta consciência da maioria da população que está acomodada com a situação e não mostra preocupação com o meio ambiente nem com o futuro das próximas gerações. Para provocar a conscientização da população são criadas diversas campanhas relativas às questões ambientais e sustentáveis.
Muitos estudos dizem que a poluição tem crescido a cada ano desde 1500, segundo o IPCC, estima-se que até o fim deste século a temperatura da Terra deve subir entre 1,8ºC e 4ºC, o que aumentaria a intensidade de tufões e secas. O estudo constata o que até 10 anos atrás era impossível de afirmar com certeza: 90% das alterações no meio ambiente são antropogênicas, ou seja, causadas pelo próprio homem.
Alguns pesquisadores são contraditórios aos números do IPCC, mas afirmam que o aquecimento global existe, mas que não é causado pelo homem e sim é um efeito natural, e que não tem como comparar números de 1500 anos atrás sendo que a comunicação era muito escassa e não tínhamos como saber sobre acontecimentos de efeitos estufa e desastres naturais em diversas partes do mundo.
Com certeza é um assunto muito polêmico, pois há diversos pontos de vista que apontam contradições, o que nos leva a dúvidas em qual versão acreditar. Acreditar no IPCC que é um órgão burocrata que tem interesse em aparecer e que ultimamente tem aparecido muito gerando constatações e polêmicas contraditórias ou em vários cientistas que afirmam que o homem não está relacionado diretamente com o efeito estufa? Provavelmente só saberemos quando estivermos perto do fim, isso se ele realmente existir.
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